Cecilia Giannetti resume brilhantemente o clássico de Dale Carnegie, "Como fazer amigos e influenciar pessoas". São só duas palavrinhas, mas não vou contar aqui - é pra você clicar lá e ler o texto dela, que é uma delícia:
http://destakadas.com.br/como-fazer-amigos-e-influenciar-pessoas.html
E aí, leu?
sábado, novembro 03, 2012
terça-feira, outubro 23, 2012
É preciso 10 semanas para criar um novo hábito
Oh, amigos, milhões de desculpas pela ausência!
Sabem, existem uns estudos... bom, vamos combinar que quase nada no universo da autoajuda é cientificamente provado, então "estudos", pra mim, assim, bem genéricos mesmo, já são o suficiente para eu tomar como verdade. Especialmente se eu mesma comprovo - o que, aliás, é todo o objetivo deste projeto ("enquanto a autoajuda não funcionar comigo, não tenho como saber se funciona mesmo", lembram?). Enfim. Existem uns estudos que afirmam que você precisa de 10 semanas para criar um hábito.
Sim. Aparentemente, dez semanas são suficientes para seu corpo se acostumar com aquele novo horário. Dez semanas malhando regularmente são suficientes para aquela atividade fazer parte do seu dia-a-dia. Dez semanas talvez não sejam suficientes pra você nunca mais ter uma recaída de birita, açúcar ou certas coisas que causam dependência química porque, ei, o buraco da dependência química é um pouco mais embaixo que o buraco do hábito - mas já faz um bom detox.
E aqui estou eu, cobaia da autoajuda, provando que essa conta dá certo: quem diria que eu acordaria às seis da manhã para fazer exercícios, a ponto de não faltar nenhuma sessão de pilates. Errr, ok, é só uma vez na semana. Mas pra quem não acordava às seis de jeito nenhum, até que estou indo bem, e faça chuva ou faça sol, lá estou eu aprendendo a respirar corretamente e a prestar atenção na postura.
Sim, li isso na Cracked, aquele site cheio de aulas de história, ciências biológicas e cultura inútil disfarçadas de cultura inútil. Nessa matéria sobre como seu cérebro é capaz de te enganar para você continuar amarrado aos seus hábitos ruins, existem links para fontes razoavelmente confiáveis que explicam que
- se o sujeito é incapaz de trocar seus hábitos destrutivos por outros mais saudáveis, pode ser também porque ele é incapaz de se enxergar como o cara doente que ele vai ficar se continuar se maltratando;
- força de vontade não dura pra sempre (tudo bem, são só 10 semanas, depois disso nem precisa mais de tanta força de vontade assim!);
- autoindulgência é uma necessidade do nosso cérebro (especialmente como recompensa pelo bom comportamento);
- e que, sim, temos uma espécie de compulsão pela auto-sabotagem - por medo de falhar.
O artigo é interessante. E é legal reconhecer os motivos que nos levam a não mudar certos hábitos que sabemos que fazem mal, prestar atenção neles... e finalmente aprendermos a nos tratar como merecemos.
Sabem, existem uns estudos... bom, vamos combinar que quase nada no universo da autoajuda é cientificamente provado, então "estudos", pra mim, assim, bem genéricos mesmo, já são o suficiente para eu tomar como verdade. Especialmente se eu mesma comprovo - o que, aliás, é todo o objetivo deste projeto ("enquanto a autoajuda não funcionar comigo, não tenho como saber se funciona mesmo", lembram?). Enfim. Existem uns estudos que afirmam que você precisa de 10 semanas para criar um hábito.
Sim. Aparentemente, dez semanas são suficientes para seu corpo se acostumar com aquele novo horário. Dez semanas malhando regularmente são suficientes para aquela atividade fazer parte do seu dia-a-dia. Dez semanas talvez não sejam suficientes pra você nunca mais ter uma recaída de birita, açúcar ou certas coisas que causam dependência química porque, ei, o buraco da dependência química é um pouco mais embaixo que o buraco do hábito - mas já faz um bom detox.
E aqui estou eu, cobaia da autoajuda, provando que essa conta dá certo: quem diria que eu acordaria às seis da manhã para fazer exercícios, a ponto de não faltar nenhuma sessão de pilates. Errr, ok, é só uma vez na semana. Mas pra quem não acordava às seis de jeito nenhum, até que estou indo bem, e faça chuva ou faça sol, lá estou eu aprendendo a respirar corretamente e a prestar atenção na postura.
Sim, li isso na Cracked, aquele site cheio de aulas de história, ciências biológicas e cultura inútil disfarçadas de cultura inútil. Nessa matéria sobre como seu cérebro é capaz de te enganar para você continuar amarrado aos seus hábitos ruins, existem links para fontes razoavelmente confiáveis que explicam que
- se o sujeito é incapaz de trocar seus hábitos destrutivos por outros mais saudáveis, pode ser também porque ele é incapaz de se enxergar como o cara doente que ele vai ficar se continuar se maltratando;
- força de vontade não dura pra sempre (tudo bem, são só 10 semanas, depois disso nem precisa mais de tanta força de vontade assim!);
- autoindulgência é uma necessidade do nosso cérebro (especialmente como recompensa pelo bom comportamento);
- e que, sim, temos uma espécie de compulsão pela auto-sabotagem - por medo de falhar.
O artigo é interessante. E é legal reconhecer os motivos que nos levam a não mudar certos hábitos que sabemos que fazem mal, prestar atenção neles... e finalmente aprendermos a nos tratar como merecemos.
Porque você merece o melhor, e você sabe disso.
Postado por
Lia
às
7:28 PM
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
autoajuda
segunda-feira, outubro 01, 2012
Projeto Gratidão
Bom, gente. Não consegui chegar a um mês agradecendo todo dia... AQUI, vejam bem. Na vida, todo dia é dia de acordar e lembrar pra mim mesma o quanto a vida anda boa, o quanto o mundo vem me tratando bem.
Claro, sempre há o que nos chateie - pessoas queridas com problemas - mas eu fico aqui pensando: é bom que eu esteja bem, certo? Pra, eventualmente, segurar a onda alheia. Sei lá. Então as coisas incomodam, mas graças a quem quer que seja pra quem a gente terceirize responsabilidade (Deus? Tutatis?), elas passam, minha família não é rica mas é unida e tem condições de bancar certos tratamentos médicos, então tá tudo bem mesmo e agradeço por isso também. E agradeço imensamente por acordar todo dia e ter vários motivos para agradecer.
Claro, sempre há o que nos chateie - pessoas queridas com problemas - mas eu fico aqui pensando: é bom que eu esteja bem, certo? Pra, eventualmente, segurar a onda alheia. Sei lá. Então as coisas incomodam, mas graças a quem quer que seja pra quem a gente terceirize responsabilidade (Deus? Tutatis?), elas passam, minha família não é rica mas é unida e tem condições de bancar certos tratamentos médicos, então tá tudo bem mesmo e agradeço por isso também. E agradeço imensamente por acordar todo dia e ter vários motivos para agradecer.
Assinar:
Postagens (Atom)
Saiba mais:
Se você gostou do que leu aqui, talvez goste de saber que agora estou em liaamancio.com.br.
Está interessado em e-b00ks para seu desenvolvimento pessoal? Clique aqui.
Quer conhecer mais sobre óleos essenciais? Clique aqui.
Se quiser contratar serviços de marketing e comunicação, acesse www.lounge42.com.