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quinta-feira, janeiro 03, 2013

Começando os trabalhos

Motivação: embora não tenha expediente hoje, acordei às seis pro pilates DO MESMO JEITO. Yay!

Motivação 2: duas horinhas de internet e RUA! Furar parede, limpar o chão depois, fazer comida, , sair pro ensaio. YAY!

Exercício de mentalização - trabalho em grupo: saca BOZÓ? Aquele personagem que tá mais preocupado em mostrar o crachá, em tirar onda porque é aspone ("ah, mas é da Globo!")? Agora transpõe pra vida real. Não precisa ser só no seu trabalho, não: pensa naquela criatura que passa o dia tirando onda por estar onde está, mas fazer um bom trabalho, que é bom, necas. Na criatura que tira onda de pertencer a um time, a um grupo, mas quem faz o trabalho difícil na equipe são sempre os outros. 

Agora afasta mentalmente essa pessoa da sua vida. Não, não pense nel@. Pense na sua vida SEM essa pessoa, mesmo. Pense no grupo, no time, sem el@. Isso. Faça seu trabalho como se aquela pessoa NÃO estivesse ali, NÃO fizesse parte do todo. Aí a coisa flui.

* * *

Estou avançando na leitura do tal 'Poder sem limites: o caminho do sucesso pessoal pela programação neurolinguística'. O livro parte do princípio de que você pode fazer o que você quiser com excelência, desde que:

a) descubra o que seu 'modelo' fez para chegar lá;
b) aprenda a se portar como os mestres naquela área (movimentos, trejeitos, etc), copiando ações e crenças;
c) a partir daí, seu corpo começa a introjetar que você REALMENTE faz aquilo;
d) além do mais, movimentos, força muscular, etc etc etc, também fazem parte da técnica, afinal;
e) e quando vê, está fazendo.

Mas peraí? E aprender a técnica? Isso funciona pra TUDO? Tudo MESMO? Aprender a técnica não é o princípio básico para fazer? Se você aprende, você faz! Como assim, pular a etapa do aprendizado? 

Bom, duvido um bocado que isso funcione pra TUDO, mas pra algumas coisas acho até que a técnica não é totalmente desprovida de sentido, veja bem:

Imagine que você quer ser um exímio guitarrista. Você já sabe o básico, mas agora chegou a hora de virar um [insira seu guitarrista favorito aqui]. Então você acredita que pode, e passa a analisar todos os movimentos do cara. E a fazer igual.

Isso te TRANSFORMA num exímio guitarrista, não? Porque boa parte do ofício é dedilhado e strumming. E se você estuda os trejeitos necessários pra produzir aquilo com perfeição, automaticamente você estuda como FAZER aquilo com perfeição. Mesma coisa com a culinária. Com a dança. Até mesmo com a escrita - você começa a usar melhor as palavras, escreve mais, lê mais, produz mais.

Bom, isso aí é um resumo BEM rasteiro da técnica usada no livro. Tem mais. E eu tou testando pra três coisas diferentes (vocês podem imaginar, mas acho que só digo aqui que funcionou quando realmente funcionar). :)

* * *

O resultado da furação de parede nova você pode ver aqui embaixo - acabei de instalar o suporte desse prato lindo de calavera da Airumã, ilustrado pela minha amiga talentosíssima Mariana Mansur:


Muito amor pra vocês em 2013, gente!

domingo, novembro 11, 2012

Programação neurolinguística - o elo perdido

Agora a coisa ficou séria aqui no Projeto Autoajuda: botei as mãos no livro "Poder sem limites", de Anthony Robbins, e a leitura está avançando bem.

Não tão bem a ponto de chegar nas partes onde Robbins efetivamente ensina como programar o cérebro para alterar seu sistema de crenças, mas a introdução, até agora, está deveras interessante: "poder sem limites" é uma espécie de "o que estava faltando em 'o segredo'". Sim, porque o princípio de "O segredo" se baseia na crença, na canalização de energia mental para conseguir o que você quer. "Poder sem limites" diz claramente que a crença é apenas o primeiro passo, que é a partir da crença que você vai se achar - ou não - capaz de cumprir um objetivo definido, e que é a crença - ou não - na sua própria capacidade que determina o quanto de coragem e atitude você vai dispensar para conseguir o que deseja.

Jusqu'ici tout vas bien. Nada que eu mesma já não tenha notado nas minhas andanças pela autoajuda moderna, ainda que ninguém tenha dito com todas as letras e trate a questão do sucesso como puro misticismo, na base do "basta acreditar, que o universo fará mágica para que aconteça". Já imaginava que não seria bem assim, e até agora "Poder sem limites" está bastante convincente.

Vamos ver se continuarei convencida quando Robbins começar a ensinar como andar em brasas sem sentir dor. Não pretendo chegar a esse ponto de "ver pra crer", mas a base do projeto autoajuda é essa, certo? Testar e ver se funciona. Pretendo testar o método de Anthony Robbins para coisas mais práticas, como finanças, relacionamentos e saúde. Mas, por enquanto, a coisa anda bem convincente.

Vamos avançar na leitura juntos, leitores. Acompanhem aqui minha saga. Tá divertido.


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